quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
Hoje eu descobrí
Ele destruiu meu jeito de amar
ele destruiu minha capacidade de me apegar
eu não consigo mais....
é angustiante
é sufocante
mas é o que é...
ser vazio
ser sem apego
ser um ser apenas.
em terra de sombras
sou como fantasma
vagando em terras escuras e sombrias
sou espinhos
sou rosas
sou agulhas
fique longe, ou posso lhe ferir,
eu posso lhe ferir.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Quinta de feriado.
Outro dia se esvai, outra dia de pensamentos intensos, perguntas? tenho várias.
Por que um corpo tão devagar para uma mente que trabalha a todo vapor?
Ando cheio de sonhos,
refletindo meus atos, questiono se estou fazendo a coisa certa,
mas como saberei se de nada tenho certeza.
Já se imaginou em um caminho sem volta na qual não sabe a direção correta a seguir?
pois bem estou em um deles.
Talvez esse caminho tortuoso me leve a algum lugar.
Me vejo parado, perdido,sozinho,fechado,com medo,assustado.
Sou uma má pessoa ?
Ou talvez o problema esteja nas pessoas?
São tantas perguntas.
Um dia já acreditei no amor, amor que supera, revitaliza, te faz viver intensamente,
engano.
O mais tolo dos homens sabe que amor não existe, amar mata lentamente, te cega,
é um vicio mortal.
Preciso de um calmante,ou talvez uma dose de realidade.
Pra que um mapa se não sei qual direção seguir?
Um pedaço de papel que me ensina caminhos na qual não me ajuda em nada.
talvez Frida esteja certa.
Afogar as mágoas na bebida talvez não dê certo
eu não sei beber.
"Eu sou a desintegração." -Frida kahlo
Leonardo Artiguieri
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Top Five: Protetor Solar/ Minhas Experiências.
Ontem meu protetor solar acabou, e todo mundo sabe que não tem condições de sair na rua em Santa fé do Sul sem o tal protetor solar, e então como de costume eu liguei na farmácia para encomendar outro, porém o farmacêutico me disse que está em falta no estoque e que não teria previsão para chegar, Trágico....
Optei então por comprar pela internet o que é bem prático. Uso o site da ultrafarma mesmo que é bem fácil e chega rapidinho....
Bom decidi fazer uma seleção de protetores solares que eu já usei e como foi a "minha" experiência com eles, assim eu os escalei dando a cada um deles a minha opinião...
1º Lugar - o meu xodó "que está em falta aquí" Episol -Gente ele é muito bom, não fica com a pele oleosa, é cheiroso, não me deu coceira nem alergia, uso ele no rosto e no corpo..
2º Lugar - Natura- Gostei bastante também, não me deu alergia. e protege bem.
4º Lugar - Sundown - muito bom mais quanto maior for o fator dele melhor, em mim me deixou meio oleoso.
R$27,90
5º Lugar- Loreal- Não me dei bem com ele, me fez uma melequeira, ficou grudando no corpo, saia todo na agua, vish, pra mim não foi legal, usei só 2 vezes e dei pra minha mãe.
R$24,90
Bom pessoal, pra mim o meu favorito é sem dúvida o Episol, não troco ele por nada, mais talvez algum desses aí possa ser muito bom para seu tipo de pele, e vale ressaltar que não se pode ficar sem protetor, principalmente aquí em santa fé, onde faz um calor infernal....Encomendei um novo chamado "Neutrogena" da Johnson & Johnson, só que esse eu ainda não testei, assim que usar eu falo sobre o que eu achei dele, se alguém já tiver usado, gostaria de saber como foi sua experiência com ele.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Momento Retrô " Crônica A menina no jardim"
Em seus 14 meses de permanência neste mundo, a garotinha não tinha tomado o menor conhecimento das leis que governam a nação.
Isso se deu agora na praça, logo na chamada República Livre de Ipanema.
Até ontem ela se comprazia em brincar com a terra. Hoje, de repente, deu-lhe um tédio enorme do barro de que somos feitos: atirou o punhado de pó ao chão, ergueu o rosto, ficou pensativa, investigando com ar aborrecido o mundo exterior. Por um momento seus olhos buscaram o jardim à procura de qualquer novidade. E aí ela descobriu o verde extraordinário: a grama.
Determinada, levantou-se do chão e correu para a relva, que era, vá lá, bonita, mas já bastante chamuscada pela estiagem. Não durou mais que três minutos seu deslumbramento. Da esquina, um crioulão de bigodes, representante dos Poderes da República, marchou até ela, buscando convencê-la de que estava desrespeitando uma lei nacional, um regulamento estadual, uma postura municipal, ela ia lá saber o quê. Diga-se, em nome da verdade, que no diálogo que se travou em seguida, maior violência se registrou por parte da infratora do que por parte da Lei, um guarda civil feio, mas invulgarmente urbano.
– Desce da grama, garotinha — disse a Lei.
– Blá blé bli bá — protestou a garotinha.
– É proibido pisar na grama — explicou o guarda.
– Bá bá bá — retrucou a garotinha com veemência.
– Vamos, desce, vem para a sombra, que é melhor.
– Buh buh — afirmou a garotinha, com toda razão, pois o sol estava mais agradável do que a sombra. A insubmissão da garotinha atingiu o clímax quando o guarda estendeu-lhe a mão com a intenção de ajudá-la a abandonar o gramado. A gentileza foi revidada com um safanão. Dura lex sed lex.
– Onde está sua mamãe? A garotinha virou as costas ao guarda, com desprezo.
A essa altura levantou-se do banco, de onde assistia à cena, o pai da garota, que a reconduziu, sob chorosos protestos, à terra seca dos homens, ao mundo sem relva que o Estado faculta ao ir e vir dos cidadãos. A própria Lei, meio encabulada com o seu rigor, tudo fez para que o pai da garotinha se persuadisse de que, se não há mal para que uma brasileira tão pequenininha pise na grama, isso de qualquer forma poderia ser um péssimo exemplo para os brasileiros maiores.
– Aberto o precedente, os outros fariam o mesmo — disse o guarda com imponência.
– Que fizessem, deveriam fazê-lo — disse o pai.
– Como? — perguntou o guarda confuso e vexado.
– A grama só podia ter sido feita, por Deus ou pelo Estado, para ser pisada. Não há sentido em uma relva na qual não se pode pisar.
– Mas isso estraga a grama, cavalheiro!
– E daí? Que tem isso?
– Se a grama morrer, ninguém mais pode ver ela — raciocinou a Lei.
– E o senhor deixa de matar a sua galinha só porque o senhor não pode mais ver ela?
O guarda ficou perplexo e mudo. O pai, indignado, chegou à peroração:
– É evidente que a relva só pode ter sido feita para ser pisada. Se morre, é porque não cuidam dela. Ou porque não presta. Que morra. Que seja plantado em nossos parques o bom capim do trópico. Ou que não se plante nada. Que se aumente pelo menos o pouco espaço dos nossos poucos jardins. O que é preciso plantar, seu guarda, é uma semente de bom-senso nos sujeitos que fazem os regulamentos.
– Buh bah – concordou a menina, correndo em disparada para a grama.
– O senhor entende o que ela diz? — perguntou o guarda.
– Claro — respondeu o pai.
– Que foi que ela disse agora?
– Não a leve a mal, mas ela mandou o regulamento para o diabo que o carregue.” —
Isso se deu agora na praça, logo na chamada República Livre de Ipanema.
Até ontem ela se comprazia em brincar com a terra. Hoje, de repente, deu-lhe um tédio enorme do barro de que somos feitos: atirou o punhado de pó ao chão, ergueu o rosto, ficou pensativa, investigando com ar aborrecido o mundo exterior. Por um momento seus olhos buscaram o jardim à procura de qualquer novidade. E aí ela descobriu o verde extraordinário: a grama.
Determinada, levantou-se do chão e correu para a relva, que era, vá lá, bonita, mas já bastante chamuscada pela estiagem. Não durou mais que três minutos seu deslumbramento. Da esquina, um crioulão de bigodes, representante dos Poderes da República, marchou até ela, buscando convencê-la de que estava desrespeitando uma lei nacional, um regulamento estadual, uma postura municipal, ela ia lá saber o quê. Diga-se, em nome da verdade, que no diálogo que se travou em seguida, maior violência se registrou por parte da infratora do que por parte da Lei, um guarda civil feio, mas invulgarmente urbano.
– Desce da grama, garotinha — disse a Lei.
– Blá blé bli bá — protestou a garotinha.
– É proibido pisar na grama — explicou o guarda.
– Bá bá bá — retrucou a garotinha com veemência.
– Vamos, desce, vem para a sombra, que é melhor.
– Buh buh — afirmou a garotinha, com toda razão, pois o sol estava mais agradável do que a sombra. A insubmissão da garotinha atingiu o clímax quando o guarda estendeu-lhe a mão com a intenção de ajudá-la a abandonar o gramado. A gentileza foi revidada com um safanão. Dura lex sed lex.
– Onde está sua mamãe? A garotinha virou as costas ao guarda, com desprezo.
A essa altura levantou-se do banco, de onde assistia à cena, o pai da garota, que a reconduziu, sob chorosos protestos, à terra seca dos homens, ao mundo sem relva que o Estado faculta ao ir e vir dos cidadãos. A própria Lei, meio encabulada com o seu rigor, tudo fez para que o pai da garotinha se persuadisse de que, se não há mal para que uma brasileira tão pequenininha pise na grama, isso de qualquer forma poderia ser um péssimo exemplo para os brasileiros maiores.
– Aberto o precedente, os outros fariam o mesmo — disse o guarda com imponência.
– Que fizessem, deveriam fazê-lo — disse o pai.
– Como? — perguntou o guarda confuso e vexado.
– A grama só podia ter sido feita, por Deus ou pelo Estado, para ser pisada. Não há sentido em uma relva na qual não se pode pisar.
– Mas isso estraga a grama, cavalheiro!
– E daí? Que tem isso?
– Se a grama morrer, ninguém mais pode ver ela — raciocinou a Lei.
– E o senhor deixa de matar a sua galinha só porque o senhor não pode mais ver ela?
O guarda ficou perplexo e mudo. O pai, indignado, chegou à peroração:
– É evidente que a relva só pode ter sido feita para ser pisada. Se morre, é porque não cuidam dela. Ou porque não presta. Que morra. Que seja plantado em nossos parques o bom capim do trópico. Ou que não se plante nada. Que se aumente pelo menos o pouco espaço dos nossos poucos jardins. O que é preciso plantar, seu guarda, é uma semente de bom-senso nos sujeitos que fazem os regulamentos.
– Buh bah – concordou a menina, correndo em disparada para a grama.
– O senhor entende o que ela diz? — perguntou o guarda.
– Claro — respondeu o pai.
– Que foi que ela disse agora?
– Não a leve a mal, mas ela mandou o regulamento para o diabo que o carregue.” —
domingo, 3 de novembro de 2013
Rosquinhas de Creme de Leite
Olá pessoal , trago hoje para vocês essa receita bem gostosa que eu acabei de encontrar na internet, confesso que fiquei meio desconfiado se ia ficar bom ou não, mais mesmo assim decidi fazer, ficou muuuito bom, lembra muito a bolachinha de nata, fica sequinha crocante e macia por dentro, a massa dela não faz sujeira e não gruda nos dedos nem no balcão na hora de enrolar, ela é super fácil de fazer, qualquer um que não tenha prática na cozinha consegue...
Ingredientes:
1 lata creme de leite (com soro)
3 colheres (sopa) de margarina
1 xícara (chá) de açúcar
3 ovos
1 pitada de sal
1 colher (sopa) de fermento em pó
Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes colocando farinha de trigo aos poucos até o ponto de enrolar.
Enrole como desejar, eu gosto de passar no açúcar cristal.
Distribua em tabuleiros untados e enfarinhados.
Asse em forno médio até corar levemente.
Dica :Você pode acrescentar coco ralado (100g), essência de baunilha (4 gotas) ou raspas de 2 laranja ou limão.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Receita do dia: Brigadeiro (SEM LEITE CONDENSADO)
Alô Aloooo cambada, vim contar um segredinho pra vocês, estava aqui em casa pensando na morte da cabrita sem nada pra fazer e morrendo de vontade de comer alguma coisa doce
Ingredientes
2 copos de leite
3 colheres de manteiga
1/2 copo de achocolatado
1 xícara de açúcar
Fica igual o brigadeiro tradicional, porém demora um pouquinho mais, essa receita demora uns 25 minutos mais ou menos, mais é só ter paciência que ele dá certinho, não tem erro. e fica uma Gostosuraa,.. huummm
Bora lá fazer ?
domingo, 27 de outubro de 2013
Bolo de Iogurte super fácil + Dica especial do léo !
Atenção cozinheiros e cozinheiras de primeira viagem, selecionei mais uma das minhas receitas preferidas para vocês aprenderem a fazer, esse bolo tenho q admitir que é muuuuuito gostoso, aposto que essa receita vocês vão conseguir fazer, é muito simples, fácil e claro super prática.
Essa receita aqui eu fiz em casa algumas vezes, e confesso que foi uma das receitas que eu A-D-O-R-E-I fazer, esse bolo é uma delícia pode acreditar, você nunca mais vai comer outro igual a esse, só de falar já me deu até agua na boca rsrsrsrsrs...
Ingredientes
1 copo de iogurte natural
2 copos de farinha de trigo
2 copos de açucar
4 ovos inteiros
1 colher (sopa) de fermento em pó
1/2 copo de óleo
Modo de preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador deixando o fermento por último,"dica: use uma colher para ajudar a bater". Despeje a massa em uma assadeira com furo no meio untada com manteiga e farinha.
Leve ao forno em temperatura de 180ºC (médio) até assar (ou espete um palito no bolo para ver se já está assado, ele deve sair limpo) " em casa demorou uns 40 minutos, mais cada forno assa mais rápido ou mais lento que os outros, então a tática do palito é sempre válida. Após assar espere uns 10 minutos para desenformar e estará pronto seu bolo de iogurte.
SUPER DICA MASTER (OPCIONAL)
Cobertura de beijinho natural
Como eu adoro coisas doces, fiz uma cobertura para esse bolo, e tenho que dizer que ela super casou com ele, você pode fazê-la enquanto o bolo assa, assim não fica cansativo esperar já que ela demora um pouquinho.
Ingredientes
1 1/2 de leite
2 xícaras de Açúcar
1 pacote de coco ralado
1 colher de manteiga
Modo de preparo
Misture os ingredientes "menos o coco ralado" no fogo médio sem deixar queimar até obter um ponto mais grosso " Tipo o de brigadeiro,só que mais ralo", após chegar nesse ponto acrescente o coco ralado e mexa sem parar até obter um ponto de brigadeiro, feito isso é só passar no bolo e se deliciar com mais essa tentação. Essa cobertura pode ser usada como recheio de bolos.
Dica: Para hidratar o coco ralado para não ficar com gosto de seco, coloque ele em uma panela com um pouco de água morna, deixe por uns 2 minutos e depois tire com o auxílio de uma peneira, essa dica faz muita diferença.
Espero que tenham gostado, Léo.
Essa receita aqui eu fiz em casa algumas vezes, e confesso que foi uma das receitas que eu A-D-O-R-E-I fazer, esse bolo é uma delícia pode acreditar, você nunca mais vai comer outro igual a esse, só de falar já me deu até agua na boca rsrsrsrsrs...
1 copo de iogurte natural
2 copos de farinha de trigo
2 copos de açucar
4 ovos inteiros
1 colher (sopa) de fermento em pó
1/2 copo de óleo
Modo de preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador deixando o fermento por último,"dica: use uma colher para ajudar a bater". Despeje a massa em uma assadeira com furo no meio untada com manteiga e farinha.
Leve ao forno em temperatura de 180ºC (médio) até assar (ou espete um palito no bolo para ver se já está assado, ele deve sair limpo) " em casa demorou uns 40 minutos, mais cada forno assa mais rápido ou mais lento que os outros, então a tática do palito é sempre válida. Após assar espere uns 10 minutos para desenformar e estará pronto seu bolo de iogurte.
SUPER DICA MASTER (OPCIONAL)
Cobertura de beijinho natural
Como eu adoro coisas doces, fiz uma cobertura para esse bolo, e tenho que dizer que ela super casou com ele, você pode fazê-la enquanto o bolo assa, assim não fica cansativo esperar já que ela demora um pouquinho.
Ingredientes
1 1/2 de leite
2 xícaras de Açúcar
1 pacote de coco ralado
1 colher de manteiga
Modo de preparo
Misture os ingredientes "menos o coco ralado" no fogo médio sem deixar queimar até obter um ponto mais grosso " Tipo o de brigadeiro,só que mais ralo", após chegar nesse ponto acrescente o coco ralado e mexa sem parar até obter um ponto de brigadeiro, feito isso é só passar no bolo e se deliciar com mais essa tentação. Essa cobertura pode ser usada como recheio de bolos.
Dica: Para hidratar o coco ralado para não ficar com gosto de seco, coloque ele em uma panela com um pouco de água morna, deixe por uns 2 minutos e depois tire com o auxílio de uma peneira, essa dica faz muita diferença.
Espero que tenham gostado, Léo.
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